Causas em votação

AGOSTO

8 votos

Causa A. Apoiar crianças socialmente desfavorecidas a terem alimentação para 7 dias de praia memoráveis

Instituição

Aldeias de Crianças SOS

Verba necessária

700.00€

Donativos extra votação

0 euros

Donativo

Para apoiar fora das votações, pode fazer um donativo por MBWay: 969 107 347 ou Transferência Bancária: PT50 0018 0003 3010 2982 0200 2, ou ainda pagar por Referência Multibanco seguindo este link: Easypay_Movimento1Euro

Contexto

Sabia que em 2018 mais de 39 mil crianças foram sinalizadas em situação de perigo? Por negligência, 31,2%, e por violência doméstica, 22,7%. De acordo com a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção da Criança e Jovens (CNPDPCJ) “é preciso não esquecer que nos últimos dez anos o número de comunicações aumentou 25%. Ao todo, mais de 10 mil casos. Olharmos para o número de bebés abandonados, vemos também um aumento e só em Portugal temos 254 crianças registadas, incluindo dez bebés abandonados à nascença ou nos primeiros seis meses de vida”.

As Aldeias de Crianças SOS são uma organização não governamental e sem fins lucrativos de acolhimento de crianças socialmente desprotegidas que hoje está presente em 136 países e territórios. Em Portugal existem 3 Aldeias SOS, em Bicesse (Cascais), Gulpilhares (Gaia) e Guarda, que acolhem cerca de 96 crianças e jovens abandonadas ou órfãs. Desde 1949 já transformaram a vida de 4 milhões de crianças e jovens em todo o mundo e apoiaram mais de 1.100 crianças e jovens Portugueses.

Com a chegada do verão, chegam também as férias. E é fundamental para esta instituição reunir condições que permitam proporcionar a estas crianças, com histórias de início de vida difíceis, momentos que marquem memórias sorridentes para o futuro. E por isto anualmente pedem apoio para proporcionar a cerca de 80 crianças das Aldeias de Criança SOS uma colónia de férias de verão numa das aldeias, com muitas atividades ao ar livre, e acima de tudo fazer um sem número de coisas que lhes permite serem crianças e recarregar memórias felizes, fator fundamental para a resiliência humana.

Morada

Rua José Dias Coelho, 40 - R/C, 1300-329 Lisboa

Telefone

+351 213 616 950

WEB


0 votos

Causa B. Apoiar Jovens de contexto vulnerável através da entrega de equipamento para campeonato de futsal de verão

Instituição

Academia do Johnson

Verba necessária

569.80€

Donativos extra votação

0 euros

Donativo

Para apoiar fora das votações, pode fazer um donativo por MBWay: 969 107 347 ou Transferência Bancária: PT50 0018 0003 3010 2982 0200 2, ou ainda pagar por Referência Multibanco seguindo este link: Easypay_Movimento1Euro

Contexto

Sabia que em 2018 mais de 223.000 portugueses recebiam o Rendimento Social de Inserção (o R.S.I. tem o valor de 186,68 euros e destina-se a pessoas que se encontrem em risco extremo de pobreza)? São mais 13.551 pessoas do que o ano anterior. No distrito do Porto há 64.673 pessoas a receber o apoio por estarem em risco de exclusão social.

Se olharmos para o distrito da Amadora, os números revelam que é o município com maior densidade Populacional de Portugal, 7 363 habitantes/m2, onde 10% são população estrangeira e 3,8 % são pessoas a viverem em bairro degradado.

A Academia do Johnson Semedo, situada na Amadora, foi fundada em 2014, por João Semedo (Johnson), e tem como missão a promoção do desenvolvimento humano, através do acompanhamento a crianças e jovens oriundos de meios familiares e sociais fragilizados, pela transmissão de importantes valores de cidadania e tornou-se num caso notável de sucesso e superação pelo uso do desporto como ferramenta de inclusão, prevenção de comportamentos de risco, humanismo e desenvolvimento humano. O desporto, dentre eles, o futsal.  Atualmente tem inscritos 184 jovens e conta com 6 equipas de futebol federadas.

Morada

Rua das Mães de Água, 31 - A Zambujal Código postal: 2610-108 Amadora

Telefone

+351 960 125 733

WEB


8 votos

Causa C. Apoiar adultos com Esclerose Múltipla a viajarem sem sair de casa, através de um programa de artes manuais

Instituição

SPEM - Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla

Verba necessária

620.31€

Donativos extra votação

0 euros

Donativo

Para apoiar fora das votações, pode fazer um donativo por MBWay: 969 107 347 ou Transferência Bancária: PT50 0018 0003 3010 2982 0200 2, ou ainda pagar por Referência Multibanco seguindo este link: Easypay_Movimento1Euro

Contexto

Sabia que em Portugal se estima que mais de 8 000 portugueses sejam portadores de Esclerose Múltipla (E.M.) e que o seu diagnóstico é mais frequente por volta dos 30 anos de idade? Os sintomas mais comuns da E.M. são fadiga, alterações na marcha, dormência, espasticidade (sensação de rigidez e espasmos musculares), fraqueza, problemas de visão, tonturas, disfunção sexual, problemas intestinais, dor, dificuldades cognitivas, alterações emocionais, depressão, alterações na fala, na deglutinação, convulsões, problemas respiratórios ou perda de audição. Mas outros, como fadiga, memória e problemas de concentração, são invisíveis e por isso relatados como difíceis de descrever para os outros, como a família ou os prestadores de cuidados.

A maioria destes sintomas pode ser controlada de forma eficaz com medicação, reabilitação e outras estraté­gias de gestão de sintomas por uma equipa interdisciplinar de profissionais de saúde. O diagnóstico de Esclerose Múltipla não pode ser impedimento para o doente viver com qualidade de vida. As condicionantes da doença não podem diminuir a pessoa enquanto ser humano, cidadão, familiar, amigo ou profissional. E por esta razão a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), uma IPSS fundada em 1984, tem como Missão contribuir para a melhoria das condições e qualidade de vida dos portadores desta doença, seus familiares e cuidadores. Apoiam atualmente cerca de 300 beneficiários com uma equipa de 24 pessoas.

Em resposta à pandemia, surgiu o programa “EM’ Casa”, um projeto que permite manter ativa a nossa função cognitiva, criativa e de imaginação, sem deixar de lado a atividade física, a saúde mental e o acesso à informação de qualidade.

São atividades que desafiam o grupo a desenvolver sua criatividade e imaginação através de atividades manuais, neste mês de verão.

Morada

Rua Zofimo Pedroso 66 1950-291 Lisboa

Telefone

+351 939 393 229

WEB


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8 votos

Causa A. Apoiar crianças socialmente desfavorecidas a terem alimentação para 7 dias de praia memoráveis

Causa B. Apoiar Jovens de contexto vulnerável através da entrega de equipamento para campeonato de futsal de verão

Causa C. Apoiar adultos com Esclerose Múltipla a viajarem sem sair de casa, através de um programa de artes manuais


Instituição

Aldeias de Crianças SOS

Academia do Johnson

SPEM - Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla


Verba necessária

700.00€

569.80€

620.31€


Donativos extra votação

0 euros angariados

0 euros angariados

0 euros angariados


Donativo

Para apoiar fora das votações, pode fazer um donativo por MBWay: 969 107 347 ou Transferência Bancária: PT50 0018 0003 3010 2982 0200 2, ou ainda pagar por Referência Multibanco seguindo este link: Easypay_Movimento1Euro

Para apoiar fora das votações, pode fazer um donativo por MBWay: 969 107 347 ou Transferência Bancária: PT50 0018 0003 3010 2982 0200 2, ou ainda pagar por Referência Multibanco seguindo este link: Easypay_Movimento1Euro

Para apoiar fora das votações, pode fazer um donativo por MBWay: 969 107 347 ou Transferência Bancária: PT50 0018 0003 3010 2982 0200 2, ou ainda pagar por Referência Multibanco seguindo este link: Easypay_Movimento1Euro


Contexto

Sabia que em 2018 mais de 39 mil crianças foram sinalizadas em situação de perigo? Por negligência, 31,2%, e por violência doméstica, 22,7%. De acordo com a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção da Criança e Jovens (CNPDPCJ) “é preciso não esquecer que nos últimos dez anos o número de comunicações aumentou 25%. Ao todo, mais de 10 mil casos. Olharmos para o número de bebés abandonados, vemos também um aumento e só em Portugal temos 254 crianças registadas, incluindo dez bebés abandonados à nascença ou nos primeiros seis meses de vida”.

As Aldeias de Crianças SOS são uma organização não governamental e sem fins lucrativos de acolhimento de crianças socialmente desprotegidas que hoje está presente em 136 países e territórios. Em Portugal existem 3 Aldeias SOS, em Bicesse (Cascais), Gulpilhares (Gaia) e Guarda, que acolhem cerca de 96 crianças e jovens abandonadas ou órfãs. Desde 1949 já transformaram a vida de 4 milhões de crianças e jovens em todo o mundo e apoiaram mais de 1.100 crianças e jovens Portugueses.

Com a chegada do verão, chegam também as férias. E é fundamental para esta instituição reunir condições que permitam proporcionar a estas crianças, com histórias de início de vida difíceis, momentos que marquem memórias sorridentes para o futuro. E por isto anualmente pedem apoio para proporcionar a cerca de 80 crianças das Aldeias de Criança SOS uma colónia de férias de verão numa das aldeias, com muitas atividades ao ar livre, e acima de tudo fazer um sem número de coisas que lhes permite serem crianças e recarregar memórias felizes, fator fundamental para a resiliência humana.

Sabia que em 2018 mais de 223.000 portugueses recebiam o Rendimento Social de Inserção (o R.S.I. tem o valor de 186,68 euros e destina-se a pessoas que se encontrem em risco extremo de pobreza)? São mais 13.551 pessoas do que o ano anterior. No distrito do Porto há 64.673 pessoas a receber o apoio por estarem em risco de exclusão social.

Se olharmos para o distrito da Amadora, os números revelam que é o município com maior densidade Populacional de Portugal, 7 363 habitantes/m2, onde 10% são população estrangeira e 3,8 % são pessoas a viverem em bairro degradado.

A Academia do Johnson Semedo, situada na Amadora, foi fundada em 2014, por João Semedo (Johnson), e tem como missão a promoção do desenvolvimento humano, através do acompanhamento a crianças e jovens oriundos de meios familiares e sociais fragilizados, pela transmissão de importantes valores de cidadania e tornou-se num caso notável de sucesso e superação pelo uso do desporto como ferramenta de inclusão, prevenção de comportamentos de risco, humanismo e desenvolvimento humano. O desporto, dentre eles, o futsal.  Atualmente tem inscritos 184 jovens e conta com 6 equipas de futebol federadas.

Sabia que em Portugal se estima que mais de 8 000 portugueses sejam portadores de Esclerose Múltipla (E.M.) e que o seu diagnóstico é mais frequente por volta dos 30 anos de idade? Os sintomas mais comuns da E.M. são fadiga, alterações na marcha, dormência, espasticidade (sensação de rigidez e espasmos musculares), fraqueza, problemas de visão, tonturas, disfunção sexual, problemas intestinais, dor, dificuldades cognitivas, alterações emocionais, depressão, alterações na fala, na deglutinação, convulsões, problemas respiratórios ou perda de audição. Mas outros, como fadiga, memória e problemas de concentração, são invisíveis e por isso relatados como difíceis de descrever para os outros, como a família ou os prestadores de cuidados.

A maioria destes sintomas pode ser controlada de forma eficaz com medicação, reabilitação e outras estraté­gias de gestão de sintomas por uma equipa interdisciplinar de profissionais de saúde. O diagnóstico de Esclerose Múltipla não pode ser impedimento para o doente viver com qualidade de vida. As condicionantes da doença não podem diminuir a pessoa enquanto ser humano, cidadão, familiar, amigo ou profissional. E por esta razão a Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), uma IPSS fundada em 1984, tem como Missão contribuir para a melhoria das condições e qualidade de vida dos portadores desta doença, seus familiares e cuidadores. Apoiam atualmente cerca de 300 beneficiários com uma equipa de 24 pessoas.

Em resposta à pandemia, surgiu o programa “EM’ Casa”, um projeto que permite manter ativa a nossa função cognitiva, criativa e de imaginação, sem deixar de lado a atividade física, a saúde mental e o acesso à informação de qualidade.

São atividades que desafiam o grupo a desenvolver sua criatividade e imaginação através de atividades manuais, neste mês de verão.


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